Som
Música · bandas · produçãoDo bar da esquina à turnê: agenda, repertório e uma página que faz quem contrata dizer sim.
O Coletivo Brasil respira experiências digitais. Criamos sites, aplicativos, sistemas e apresentações para artistas, grupos e espaços de cultura de todas as linguagens e de todos os cantos. Começamos no Paraná, estamos em todo o Brasil e queremos ir além.
Carta de quem conduz
Gio Almeida conduz a governança da Coletivo Brasil com uma regra simples: o coletivo só embarca em projetos em que acredita. Ele escolhe pessoalmente cada um deles e acompanha de perto, do primeiro rascunho à estreia.
Para ele, tecnologia só faz sentido quando aproxima a arte de quem precisa encontrá-la. Por isso o coletivo trabalha com músicos e fotógrafos, com companhias de teatro e galerias, com poetas e realizadores de cinema, sempre ouvindo antes de desenhar.
"Quando a gente acredita numa obra, ela vira um pouco nossa também."
Desta edição em diante, a casa está aberta: para quem cria, para quem escreve sobre cultura e para quem quer ver a arte brasileira com a estrutura que ela merece.
Tem muita arte acontecendo longe dos holofotes.
Em garagens, ateliês, salões de bairro, cidades que não aparecem no mapa do mercado. A gente nasceu para olhar para lá.
Não aceitamos todo projeto. Escolhemos com carinho, porque, para criar, precisamos primeiro acreditar. E quando acreditamos, a obra do outro vira um pouco nossa também.
Somos um coletivo porque sozinho ninguém faz cultura. Artistas, leitores, colunistas, parceiros: quem chega, soma.
Tecnologia, para nós, é palco. Não é protagonista.
O Brasil é o começo
Ensaio
Cada arte tem seu tempo, seu público e seu jeito de ser encontrada. Aprendemos a ouvir cada uma antes de criar a sua casa.
Do bar da esquina à turnê: agenda, repertório e uma página que faz quem contrata dizer sim.
Portfólios com curadoria, em que cada ensaio respira e conta uma história.
Filmes, produtoras e mostras com memória organizada, do roteiro à estreia.
Temporadas, bilheteria e o arquivo vivo de cada montagem.
Companhias e intérpretes com o movimento registrado e pronto para circular.
Acervos e exposições online sem perder a aura da sala.
Livros, saraus e autores com endereço próprio, além do perfil nas redes.
Se a sua arte não está nesta lista, melhor ainda. Conte para a gente →
Menu de bordo
Cada serviço tem o sabor de um lugar. Escolha o seu destino e a gente prepara a experiência.
Uma casa na internet com a cara da sua obra, lá do alto, de onde se avista o mundo.
Ferramentas no bolso, transparentes como uma estufa de vidro: tudo à vista, tudo no lugar.
Agenda, contratos e financeiro com raízes firmes, crescendo junto com o seu projeto.
Decks para editais, patrocínios e leis de incentivo que fazem o projeto sair do chão.
Quando a sua história pede uma nova forma de florescer.
Cursos, guias e conteúdos que transformam o seu saber em ritmo e em renda.
Organizar, preservar e mostrar o que veio antes, para que siga vivo.
Não está no menu? A cozinha está aberta. Vamos tomar um café →
Coletivo Brasil · Experiências digitais para a cultura
Sites, sistemas e aplicativos desenhados a partir da sua história, para quem cria e para quem precisa encontrar o que você cria.
Traga a sua obraGaleria
Cada uma começou com uma conversa e com a certeza de que valia a pena.
Vitrine para o cinema independente brasileiro, com vocação para conexões internacionais. Histórias sem fronteiras.
Visitar ↗Ao redor do REZO: um espaço de canções, encontros e partilhas em torno do rezo.
Visitar ↗Banda de Curitiba que mistura música caipira e folk. Em Ópera Roça, filme e espetáculo se encontram em dois atos.
Visitar ↗Site e sistema de gestão de carreira para a vida na estrada.
Em produçãoFaroeste contemporâneo nos Campos Gerais do Paraná, em desenvolvimento pela L'Avant Filmes.
Visitar ↗
A galeria do coletivo para artistas analógicos e digitais venderem suas obras como quadros e gravuras, para todo o Brasil.
Ler a matéria ↓Revista Coletivo
Mercado, criação e futuro, escritos por quem vive cada linguagem.
Um novo produto digital do Coletivo Brasil para homenagear quem e o que a gente não pode esquecer, e entregar essas histórias às próximas gerações.
Se você tem uma história a contar sobre uma obra, um artista ou uma expressão que precisa ficar eternizada, procure a gente. Vamos construir juntos esse legado.
Toda cidade tem alguém que guardou um pedaço da cultura nas próprias mãos. O mestre que ensinou a tocar, a costureira das fantasias, a banda que animou gerações de bailes, o pintor que retratou a rua em que todo mundo cresceu. Quando essas pessoas se vão, ou quando a obra muda de mãos, muita coisa fica espalhada em caixas, celulares e lembranças.
O novo projeto do coletivo cria um espaço digital permanente para essas histórias. Biografia, linha do tempo, fotografias, áudios, vídeos, cartas, depoimentos de quem conviveu: tudo organizado com cuidado de curadoria e apresentado com a beleza que a obra merece.
Para artistas que já partiram e para os que estão em plena criação. Para mestres da cultura popular, grupos, festas, ofícios e lugares. Para famílias que querem honrar alguém e para comunidades que querem guardar a própria memória.
Com uma conversa, e um café. Ouvimos a história, reunimos o acervo junto com você, organizamos o que precisa ser preservado e construímos uma casa digital feita para durar, com endereço próprio, para que as próximas gerações possam visitar.
Porque o Brasil é o começo, e a nossa memória também.
A galeria digital do Coletivo Brasil para artistas analógicos e digitais. Você cria sua conta, sobe sua obra e a gente transforma em quadro ou gravura, pronta para chegar a qualquer canto do Brasil.
Muita obra boa nunca sai do ateliê. A tela fica encostada na parede, a ilustração mora no computador, a fotografia vive só no celular. Não por falta de qualidade, mas porque vender arte dá trabalho: imprimir bem, emoldurar, embalar, enviar, cobrar, cuidar de quem compra.
A Vicent & Lolla nasce para tirar esse peso das costas do artista. É a galeria digital do Coletivo Brasil, aberta a quem pinta, desenha, fotografa, grava, ilustra ou cria no digital. O artista cuida da obra. A galeria cuida do resto.
As obras são impressas em fine art, com pigmento de qualidade de museu, em papéis 100% algodão de textura aquarelada, aveludada ou lisa, em papel fotográfico de alta gama ou em canvas. O comprador escolhe o tamanho e a forma de receber: só a gravura, montada em canvas ou já emoldurada, com vidro e passe-partout.
O artista pode lançar edições limitadas, numeradas e acompanhadas de certificado de autenticidade. É o que transforma uma impressão em peça de coleção, e o que dá ao comprador a segurança de levar para casa uma obra assinada.
Cada pedido sai pronto para pendurar e chega em qualquer cidade do país. O artista não precisa ter estoque, comprar molduras ou ir ao correio. A vitrine fica aberta o tempo todo, e cada obra vendida leva o nome de quem a criou para a parede de alguém.
A aquarela feita à mão e a ilustração criada no tablet dividem a mesma parede. A Vicent & Lolla não separa técnicas, separa só uma coisa: obras que merecem ser vistas.
Quer expor na Vicent & Lolla? As primeiras obras da galeria estão sendo selecionadas agora.
Agenda, contrato, cobrança e palco num só lugar: como o Backstage Pro, app criado pelo Coletivo Brasil, quer ajudar quem vive de música a se enxergar como profissional.
Ele toca no fim de semana, às vezes durante a semana também. Leva o próprio equipamento, negocia o cachê pelo celular, lembra de cabeça quem ainda não pagou e manda o repertório por mensagem uma hora antes do show. É o músico que faz a cena acontecer em bares, festas e eventos pelo Brasil, e que quase sempre cuida de tudo sozinho.
Foi pensando nele que o Coletivo Brasil criou o Backstage Pro, um aplicativo que junta os bastidores da carreira num só lugar. A ideia é simples: quando o bastidor está organizado, sobra mais tempo e cabeça para a música.
Cada apresentação ganha a sua ficha, com data, local, contratante e o que foi combinado. A agenda sincroniza com o calendário do celular, e os contatos ficam separados por categoria: casas de show, produtores, técnicos, parceiros. Setlist e rider técnico ficam sempre à mão, prontos para enviar a quem contrata.
O app gera invoice com chave Pix e QR Code, para o contratante pagar na hora, e organiza as contas a pagar com recibos guardados. O músico passa a ver com clareza o que entra, o que sai e quanto realmente sobra de cada show.
Os contratos são gerados dentro do próprio app e assinados com uma selfie de confirmação, sem precisar de outra plataforma. É um passo pequeno, que muda a forma como o artista negocia e é visto por quem contrata.
O modo palco funciona offline: com o celular em modo avião, o artista acessa o setlist e as letras salvas, sem depender do sinal da casa.
Cada artista ganha o seu HOT Site, uma página própria administrada pelo app, com fotos, release, links do YouTube, do Spotify e das redes sociais. É o endereço que o contratante encontra quando procura o seu nome.
O Backstage Pro nasce em versões que acompanham o momento de quem toca. O Solo é para o músico que se apresenta sozinho ou em formação pequena. O OTR, de "on the road", é para bandas com agenda cheia, equipe e viagens. O Manager atende produtores que cuidam da carreira de vários artistas. E o Palco é pensado para casas de show, eventos e promotores.
O coletivo segue construindo novos módulos, sempre a partir da rotina real de quem toca:
Profissionalizar não é deixar de ser artista. É reconhecer que o trabalho que acontece antes e depois do show também faz parte da obra, e que o artista que se reconhece como profissional é reconhecido assim por quem o contrata.
Conheça o app em backstagepro.live ↗
Como fazer a curadoria de um portfólio fotográfico que fica na memória.
Roteiros, orçamentos e registros que fazem cada projeto fortalecer o seguinte.
Formas simples de companhias de teatro e dança guardarem o próprio trabalho.
Comunidade · Coluna Espaço Memória Viva
O espaço que o coletivo cria nem sempre é uma escrivaninha. Você conhece lugares que, além de boemia e entretenimento, foram berço de artistas, de prosa, verso, poesia rápida e rabiscos que eram puras gravuras do dia a dia do brasileiro?
Toda cidade tem uma mesa, um cantinho, um lugar frequentado pela boemia criativa. Queremos catalogar esses lugares Brasil adentro. Colabore com a coluna e traga esses lugares para nós.

Água Verde · Curitiba · PR
Por 22 anos foi ponto de encontro em Curitiba. Durante 17 deles, as segundas-feiras viraram palco da Segunda Autoral, dando microfone para a música própria de artistas locais. As portas fecharam em julho de 2026, e a memória fica.
Carregando as mesas…
Só você vê esta lista. Abra a mesa para a comunidade ou arquive a indicação.
Cada lugar indicado vira uma parada. Juntos, eles formam roteiros culturais por cidade para quem quer conhecer, ou lembrar, a boemia criativa do Brasil. A ideia é que esses roteiros virem um app, com mapa, fotos e as histórias contadas por quem viveu.
Os roteiros aparecem conforme as mesas são abertas.
Quanto mais gente, mais mesas e mais memórias. Mande o convite para quem viveu a boemia da sua cidade.
Encontro
O coletivo cresce quando você chega.
Notas de rodapé · Outros trabalhos